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Condições Comuns do Joelho que Atletas Devem Conhecer

KKDMS Hospitalon March 21, 202611 min de leitura
Condições Comuns do Joelho que Atletas Devem Conhecer

Atletas são uma das profissões que exigem intenso uso físico, com alto risco de colisões e acidentes durante atividades esportivas. Para atletas profissionais, lesões podem impactar diretamente sua carreira, podendo ser graves o suficiente para impedi-los de jogar novamente. No entanto, mesmo aqueles que não praticam esportes profissionalmente, mas se dedicam regularmente à atividade física, estão igualmente em risco. O joelho é uma das partes do corpo mais comumente lesionadas e está em alto risco de lesões graves. Portanto, todos os entusiastas de esportes devem ter cuidados especiais para proteger seus joelhos.

 

5 Doenças Comuns do Joelho Causadas por Esportes

      Como quase todo esporte envolve movimento do joelho—como saltos, corridas e mudanças frequentes de direção e velocidade—o risco de lesões no joelho é elevado. Existem várias formas de lesão do joelho, e a seguir estão as 5 condições mais comuns frequentemente encontradas em atletas e em pessoas que praticam esportes regularmente:

 

1. Ruptura do Ligamento Cruzado Anterior (LCA)

 

 

Lesão do Ligamento Cruzado Anterior (LCA)

     O ligamento cruzado anterior (LCA) desempenha papel fundamental na estabilização do joelho, impedindo deslizamento ou torção excessiva da articulação. Uma lesão do LCA ocorre frequentemente devido a torções severas ou impacto intenso que provocam a rotação forçada do joelho, levando à ruptura. Esse tipo de lesão pode vir acompanhado de danos ao menisco, à cartilagem ou a outros ligamentos ao redor do joelho, como o ligamento cruzado posterior (LCP), ligamentos mediais (internos) do joelho e ligamentos laterais (externos) do joelho.

Sintomas
     Nos estágios iniciais, pacientes com LCA rompido geralmente apresentam dor significativa no joelho, dificultando sustentar o peso na perna afetada. Em alguns casos, o paciente ainda pode caminhar, mas sente dor intensa e inchaço. Outros sintomas comuns incluem instabilidade do joelho, como sensação de “falseio” ou “estalo” durante determinados movimentos.

Diagnóstico e Tratamento
     Para confirmar a ruptura do LCA, o médico realizará uma avaliação minuciosa, incluindo histórico clínico detalhado, exame físico e radiografias para descartar fraturas ósseas. Uma ressonância magnética pode ser solicitada para confirmação adicional da lesão do LCA e para verificar possíveis danos associados a outras estruturas do joelho.

     Para não atletas com ruptura isolada do LCA (sem lesões adicionais), pode-se optar por tratamento conservador, sem cirurgia. Isso inclui repouso, uso de analgésicos e fisioterapia para ajudar a reduzir o inchaço e melhorar a função do joelho. No entanto, para atletas ou pessoas que precisam retornar a altos níveis de atividade, a cirurgia geralmente é necessária.

Tratamento Cirúrgico
     O procedimento cirúrgico mais comum para reconstrução do LCA envolve a artroscopia, onde um novo LCA é criado utilizando um tendão do próprio paciente. Os tendões mais usados incluem o tendão dos isquiotibiais, o tendão patelar (osso-tendão patelar-osso) ou o tendão do quadríceps. A cirurgia normalmente dura cerca de 1-2 horas.

Cuidados Pós-Operatórios
     Após a reconstrução do LCA, o paciente pode precisar do uso de muletas por 1-2 semanas para auxiliar na deambulação. O caminhar com peso total geralmente é possível após esse período. Nos três primeiros meses pós-cirurgia, o foco será na extensão do joelho, no alinhamento e no fortalecimento muscular para evitar atrofia. Entre 3-5 meses, a reabilitação enfatiza recuperação da força muscular, incluindo atividades como corrida leve, ciclismo e natação. Entre 5-6 meses, o paciente pode iniciar saltos e esportes leves, após liberação médica.

     O período total de recuperação antes do retorno ao esporte é, geralmente, de cerca de 8-10 meses, dependendo da evolução e avaliação médica.

 

2. Lesão do Menisco

 

 

Lesão do Menisco

O menisco no joelho funciona como um amortecedor, distribuindo as forças que ocorrem na articulação do joelho. Possui formato de crescente e está localizado entre os dois ossos da articulação—nas regiões interna e externa. A lesão do menisco ocorre, geralmente, devido a torção, impacto ou força excessiva aplicada ao joelho. Pacientes com menisco lesionado frequentemente apresentam inchaço e dor no joelho, especialmente ao longo da linha articular. Além disso, a lesão do menisco pode ocorrer em conjunto com ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA) ou lesão da cartilagem do joelho.

Métodos de Tratamento
     O diagnóstico é feito através de avaliação do histórico clínico, exame físico e, frequentemente, indicação de ressonância magnética para avaliar as características da lesão. Se a lesão for maior que 8-10 milímetros, geralmente se indica cirurgia, pois lesões grandes dificilmente cicatrizam sozinhas. Sem cirurgia, a lesão do menisco pode levar à osteoartrite do joelho e a outras complicações. Atualmente, a cirurgia de reparo do menisco é realizada por via artroscópica, com inserção de uma pequena câmera e instrumentos cirúrgicos no joelho para sutura do menisco. Se o dano for muito severo ou a estrutura do menisco não for reparável, a área lesada pode ser removida para evitar fricção ou bloqueio dentro da articulação.

Cuidados Pós-Operatórios
     Após a cirurgia, o paciente realiza exercícios de fortalecimento muscular e extensão do joelho. O uso de muletas é indicado normalmente por 4-6 semanas, após as quais é possível colocar peso sobre a perna. Cerca de 3 meses após a cirurgia, pode-se iniciar corrida leve, ciclismo ou natação. Atletas podem retornar aos esportes cerca de 4-6 meses após o procedimento. Se houver lesão associada do LCA, o tempo de recuperação pode ser maior, por exigir cuidados adicionais.

 

3. Lesão da Cartilagem do Joelho

 

 

Lesão da Cartilagem do Joelho

     As lesões da cartilagem do joelho geralmente são de dois tipos: a primeira é causada por impacto direto que resulta em fraturas, causando dor e inchaço na região após a lesão. O segundo tipo ocorre quando a cartilagem se solta espontaneamente sem trauma evidente, condição conhecida como osteocondrite dissecante (OCD). Essa condição é frequentemente observada em atletas e também pode acometer jovens, geralmente entre 10-20 anos, apresentando sintomas como dor, inchaço ou travamento do joelho.

Métodos de Tratamento
     Os médicos realizarão uma avaliação completa do histórico clínico, exame físico e ressonância magnética para confirmar o diagnóstico. Se a lesão for leve, com dano pequeno à cartilagem, normalmente trata-se com medicação e repouso, evitando atividades no joelho por cerca de 4-6 semanas. Contudo, em casos mais graves, com fragmentos maiores de cartilagem danificada ou deslocada, pode ser necessária intervenção cirúrgica.

     Os procedimentos cirúrgicos dependem do tamanho e localização da lesão da cartilagem, podendo incluir:

 - Artroscopia com microfratura, onde pequenos orifícios são feitos no osso sob a cartilagem para estimular a cura e o reparo.

 - Implante de scaffolds, em que uma estrutura é posicionada para auxiliar na regeneração da cartilagem.

 - Transplante osteocondral, no qual cartilagem de uma área menos utilizada do joelho é transplantada para substituir a lesada.

      Nos casos em que o dano à cartilagem do joelho é causado por OCD, o tratamento é similar a outras lesões cartilaginosas. Após o diagnóstico, a gravidade, o tamanho e o local da lesão são avaliados e a cirurgia pode ser considerada. Para lesões menos graves, como pequenas fraturas, pode-se utilizar parafusos para fixação da cartilagem e evitar novos danos. Situações mais severas podem necessitar artroscopia ou outros procedimentos para estimular a regeneração da cartilagem.

Cuidados Pós-Operatórios
      Após a cirurgia, normalmente é necessário o uso de muletas por 4-6 semanas e realização de exercícios de extensão do joelho. Após 3 meses, pode-se iniciar exercícios de fortalecimento muscular e atividade leve do joelho. O retorno completo às atividades esportivas é possível, em geral, em 4-6 meses após a cirurgia.

 

4. Joelho do Saltador (Tendinite Patelar)

 

 

Joelho do Saltador (Tendinite Patelar)

     O Joelho do Saltador é uma condição comum em atletas ou em pessoas que praticam esportes com movimentos frequentes de salto, como basquetebol, futebol, atletismo, badminton e tênis. A condição envolve dor crônica e inflamação ao redor do tendão patelar. Os pacientes costumam relatar dor na região anterior do joelho, especificamente no tendão, ou por vezes acima da patela. A dor pode irradiar para a rótula. A inflamação do tendão patelar pode ser aguda ou crônica.

Métodos de Tratamento
O tratamento começa com diagnóstico detalhado, incluindo histórico clínico, exame físico e, se necessário, radiografia do joelho. O tratamento normalmente envolve:

 - Medicação: Uso de analgésicos ou anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) para reduzir dor e inchaço.

 - Fisioterapia: Parte fundamental da recuperação, focada em exercícios de fortalecimento e alongamento dos músculos ao redor do joelho, especialmente do quadríceps e da banda iliotibial (BIT), para aliviar o estresse sobre o tendão patelar.

 - Modificação de Atividades: Ajuste do nível de atividade e exercícios para evitar piora da condição, mantendo ao mesmo tempo a mobilidade e a força muscular.

Os pacientes geralmente se recuperam do Joelho do Saltador e retornam ao esporte quando estão totalmente curados e não sentem mais dor. O período de recuperação costuma ser de 2-4 semanas, podendo variar conforme a gravidade da lesão.

 

5. Instabilidade Patelar (Patela Solta)

 

 

Instabilidade Patelar (Patela Solta)

A instabilidade patelar, ou patela solta, não é comum apenas em atletas, mas também em pessoas com frouxidão ligamentar. Costuma ser observada em indivíduos que já sofreram episódios prévios de luxação da patela ou que possuem predisposição à frouxidão nos ligamentos. Pacientes com essa condição geralmente relatam dor na região anterior do joelho e, muitas vezes, histórico de luxações laterais da patela, que necessitaram de reposicionamento com tratamento.

Métodos de Tratamento

O diagnóstico envolve revisão detalhada do histórico clínico, exame físico e, frequentemente, radiografia do joelho. Em casos selecionados, pode ser necessária ressonância magnética para avaliar a extensão da lesão e danos associados.

Há duas principais abordagens de tratamento:

 - Tratamento Não Cirúrgico

O médico avaliará o risco de nova luxação da patela. Se a estrutura óssea do joelho for relativamente normal e o paciente não realizar atividades de alto impacto, o foco do tratamento será o fortalecimento do quadríceps, especialmente do VMO (Vastus Medialis Oblique), que contribui para a estabilização do joelho. Exercícios de fortalecimento, como bicicleta ou agachamentos, ajudam a reforçar a musculatura e tensionar o ligamento patelofemoral medial (MPFL), diminuindo o risco de nova luxação.

 - Tratamento Cirúrgico

Para pacientes com episódios frequentes de luxação patelar ou atletas que dependem fortemente do joelho, pode ser indicada cirurgia. O procedimento normalmente envolve reconstrução do MPFL, semelhante à reconstrução do LCA, mas focado na criação de um novo ligamento dentro do joelho. Essa cirurgia utiliza tendão do próprio paciente, como dos isquiotibiais ou do quadríceps, para criar o novo MPFL. Quando existem alterações ósseas estruturais ao redor do joelho, pode ser realizada uma osteotomia para realinhamento ósseo.

Cuidados Pós-Operatórios

Após a cirurgia, o paciente pode iniciar apoio imediato, caso não haja dor, mas deve utilizar uma órtese para evitar flexão excessiva do joelho no primeiro mês. Após um mês, inicia-se a reabilitação para aumentar a flexão e, progressivamente, retornar a atividades leves. A recuperação e o retorno ao esporte normalmente ocorrem entre 4-6 meses após a cirurgia.

 

Como Prevenir e Cuidar dos Joelhos para Evitar Lesões Esportivas

     Enquanto você continuar praticando esportes regularmente ou profissionalmente, o risco de lesão no joelho estará sempre presente. No entanto, é possível diminuir este risco treinando adequadamente o corpo e a musculatura e mantendo um estado mental positivo. Se seu corpo, músculos e mente não estiverem preparados, sua agilidade no esporte será afetada, aumentando as chances de colisões e acidentes. Além disso, é importante praticar esportes em locais adequados, como quadras que atendam às normas e não sejam escorregadias ou irregulares. Superfícies inadequadas aumentam os riscos de lesões no joelho.

      Problemas no joelho entre atletas e esportistas são comuns, sendo fundamental que todos compreendam essas condições. Esse conhecimento permite um melhor autocuidado e a identificação precoce de sintomas anormais. Se perceber quaisquer sintomas estranhos, não os ignore e não continue jogando mesmo com desconforto, pois isso pode causar agravamento, exigindo tratamento prolongado. Ignorar uma lesão no joelho pode interromper sua carreira e afetar sua vida esportiva.

     É importante lembrar que problemas no joelho geralmente ocorrem em combinação, como ruptura do LCA ao lado de lesão do menisco ou da cartilagem. Quanto mais tardio o tratamento, mais grave pode ser a lesão. Consultar um médico para diagnóstico e planejamento do tratamento é o melhor caminho para garantir joelhos saudáveis e boa qualidade de vida, possibilitando o retorno às atividades sem maiores complicações.

 

Fonte : KDMS Hospital

**Traduzido e adaptado pela Equipe de Conteúdo ArokaGO

K
KDMS Hospital

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