Quando os Pais Dizem "Não à Intubação": Dignidade e Qualidade de Vida no Fim da Vida

Muitas famílias enfrentam uma questão difícil nos momentos finais de seus entes queridos:
“Doutor, se não colocarmos um tubo para respirar, isso significa que a mamãe não irá sobreviver?”
A resposta honesta é sim — a chance de sobrevivência pode ser menor.
Mas a pergunta mais importante é:
“Em que condição ela deseja sobreviver?”
A medicina moderna não se concentra mais apenas em “prolongar a vida.” Em vez disso, enfoca a qualidade de vida e, mais importante, respeitar os desejos do paciente sobre como eles querem que sejam seus dias finais.
Princípios Fundamentais nos Cuidados de Fim de Vida
1. Respeitar os Desejos do Paciente
Se os pacientes puderem expressar sua vontade enquanto ainda estão conscientes—seja verbalmente ou através de uma diretiva antecipada—esses desejos devem ser respeitados e seguidos.
2. Decisões Podem Mudar
As escolhas no final da vida não são permanentes. Se os pacientes mudarem de ideia em algum momento, seus novos desejos devem sempre ser ouvidos com compaixão, não apenas tratados como um documento.
3. Medidas para Prolongar a Vida Nem Sempre São Benéficas
Para pacientes idosos com doença grave, a intubação pode não restaurar a saúde, mas sim trazer mais dor—como uma traqueostomia, estar contido na UTI ou ser incapaz de falar ou abraçar os entes queridos. Às vezes, “sustentamos a vida” mas falhamos em “sustentar uma vida que valha a pena ser vivida.”
4. Avaliar os Benefícios e os Encargos
Embora a intubação possa prolongar a vida, muitas vezes isso ocorre à custa do sofrimento. As decisões médicas devem equilibrar os ganhos potenciais com os prejuízos, em vez de focar apenas no tempo de sobrevivência.
5. Dignidade e Paz São Inestimáveis
Um falecimento pacífico sem intervenções desnecessárias não é derrota—é uma escolha para deixar o mundo com dignidade.
O Papel dos Médicos e das Famílias
Os médicos não são apenas responsáveis por tratar doenças, mas também por preservar a humanidade dos seus pacientes. Isso significa ouvir tanto quanto falar, e ajudar as famílias a entender que, às vezes, não fazer mais nada pode ser o ato de cuidado mais amoroso.
Para as famílias, se surgir a oportunidade, pergunte gentilmente aos entes queridos:
“Se um dia seu corpo enfraquecer… como gostaria que cuidássemos de você?”
A resposta pode não ser sobre fazer tudo o possível—mas sim sobre fazer o que realmente importa para eles.
A Lição Essencial
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Bons cuidados nem sempre significam prolongar a vida a todo custo.
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A qualidade de vida e a dignidade no final são inestimáveis.
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O verdadeiro amor é honrar as escolhas daqueles que amamos.
O melhor cuidado não é sempre “fazer tudo,” mas “fazer o que eles realmente desejam, com compreensão e amor.”
Fonte:
Chersery Home International
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